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História

História - Clube Alagoano de Tiro Olímpico

HISTÓRIA DO TIRO ESPORTIVO EM ALAGOAS E O CATO

 

O tiro esportivo em Alagoas inicia no final dos anos 70 com a união de um grupo de militares e alguns civis para criar o primeiro clube de tiro em Alagoas. À época, usaram como sede o stand da Policia Militar, no Trapiche, onde hoje funciona o Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Alagoas.

Como todo inicio, houve vários obstáculos a serem enfrentados, entre eles: a falta de estrutura das primeiras instalações, a deficiência técnica dos atiradores, e, ainda, o equipamento, que era bastante aquém ao desejado para aquele tempo. 

Mesmo com dificuldades, os nossos melhores atletas foram ao seu primeiro Norte/Nordeste em 1978, na cidade do Recife, e, embora não podendo mostrar muito do seu potencial, entraram em contato com novos equipamentos e autoridades esportivas, onde conheceram o trâmite necessário para aquisição de novas armas, que seria necessário para melhoria do tiro esportivo em Alagoas.

A partir desse momento, o clube passou por uma fase bastante próspera, com a ajuda e empenho dos sócios. O que era inicialmente um grupo de dez boxes para tiro a 25m se transformou em: 2 grupos de alvos móveis de 5 boxes cada, onde se praticava quase todas as modalidades olímpicas de arma curta; 5 boxes para prática do tiro de carabina a 50 metros, onde também podia se praticar a modalidade pistola livre; e ainda 1 stand de tiro de ar comprimido, composto por 10 boxes. O clube também veio a possuir uma máquina de recarga de munição para atender aos sócios e um conjunto de armários de alta segurança para a guarda de armas daqueles que pretendessem deixá-las no próprio clube.

Não podemos deixar de falar naquela que foi a mais itinerante das modalidades de tiro em Alagoas: o tiro ao prato. Em 1982, alguns interessados na prática desta modalidade fizeram as primeiras tentativas de construir uma pedana, em uma propriedade rural nas proximidades do Benedito Bentes. Na época, o bairro ainda nem existia. Porém, com surgimento de vários interessados no tiro em movimento, partiu-se para um espaço melhor, um terreno próximo ao  Aeroporto, e, após este, ainda fomos a outro em Coqueiro Seco. 

Embora o tiro ao prato enfrentasse dificuldades de implantação, as outras modalidades de tiro iam muito bem, tendo nesta época atingido seu auge com vários atiradores alagoanos medalhados nos torneios Norte/Nordeste e participantes de diversos Brasileiros de Tiro.

No fim de 1986 e início de 1987, o clube ficou impossibilitado de usar as cômodas instalações que havia ajudado a edificar no stand da Polícia Militar, passando o tiro alagoano por um momento muito difícil, pois, se encontrava sem local para os aletas  prosseguirem seus treinamentos e competições.

Foi então que, no segundo semestre de 1987, criou-se o CATO – Clube Alagoano de Tiro Olímpico, com sede em Marechal Deodoro, na qual foi edificada uma nova estrutura, que chegou a contar com estande para tiros de arma curta e carabina, oito pistas para IPSC, local para tiro de fuzil a 200m e pedanas de fossa olímpica, fossa doublé, TRAP e Skeet, funcionando plenamente até o ano 2000.

Os feitos dos atletas foram grandiosos nesse período, tendo nossas equipes tanto de bala quanto de prato conseguido vários títulos Norte/Nordeste individuais e por equipe, com significantes destaques no tiro ao prato, que trouxeram dez títulos individuais de campeão e dois atletas alagoanos compondo equipes brasileiras.

Após essa fase, ficamos mais uma vez sem sede, o que causou uma certa dispersão entre os sócios. Com a formação de uma nova diretoria, voltamos a utilizar a estrutura da Policia Militar, desta vez, no Quartel da Cavalaria, em Bebedouro, que com o espaço reduzido e a estrutura insuficiente restringiu bastante as modalidades a serem praticadas, nos deixando de fora da maior parte dos eventos de nível regional e nacional.

Atualmente, nos encontramos em um novo momento, com a locação de uma área em Ipioca, bairro ao norte de Maceió, e a construção de nosso primeiro stand particular no distrito de Tabuba, em Barra de Santo Antônio, com previsão de entrega para dezembro de 2020.

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